segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Reta Final aula de 29/01/2014

         O “cerco” vai se fechando e já é reta final no jogo da liderança. Na última aula uma conversa, troca de idéias, hora de falar como foi a disciplina até tal momento, expressar um pouco sobre como foi e está sendo observado e aproveitado teoria e prática na disciplina de Liderança nas Organizações. Opiniões parecidas, de um modo geral a disciplina teve uma aceitação bem positiva. Alunos dividiram comentários diversos e, apenas ficou uma dúvida ou talvez um ponto negativo a respeito do fim de cada prova, onde não havia um “esclarecimento” ou uma “explicação” por parte do professor,  sobre como tal prova teria mostrado teorias vistas em sala. Nós, alunos, tivemos 20 minutos para trocar opiniões sobre a disciplina, também fomos nós que conduzimos a conversa, sem a presença do professor em sala. Após o tempo de conversa, tudo foi passado ao professor por um de nossos colegas que foi o nosso porta voz, isso ocorreu na presença dos demais alunos. Tem sido muito importante esta disciplina, é algo bastante diferente do que vimos em outras, dá pra sentir um pouco do que um líder passa dentro de uma organização, acertar, errar, planejar, organizar, improvisar e sentir também o peso da responsabilidade que têm sobre ele. Está próximo o fim da disciplina para nós, falta uma prova para todas as equipes, vamos lá. Equipes, “mão na massa”.  Liderança nas Organizações, participe.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Na última aula (13/01/2014) pudemos prestigiar os trabalhos de nossos colegas de turma (T-leaders x Camaleão). A prova dada para essa etapa foi a realização de um desfile de moda baseado nas características dos líderes.

Pode-se afirmar que ambas as equipes apresentaram ótimos trabalhos que foram originais e criativos. Na prova foi solicitado que os líderes não fizesse nada na realização do trabalho. Ao menos no momento da apresentação, assim a equipe teria que se encarregar da apresentação e posteriormente os líderes seriam responsáveis pela defesa desses trabalhos. Observou-se uma grande participação por parte dos integrantes que realizaram grandes trabalhos.


No início do debate foi solicitado pelo mercado defendessem os trabalhos das equipes adversárias como se fossem suas equipes. Passa que fizesse bem essa atividade os líderes tiveram que aprestar muita atenção nas apresentações. O que o consseguiram fazer.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Aula do dia 08/01/2014 "Abordagem comportamental"

Na nossa aula de liderança nas organizações de 08/01/2014 tivemos a continuação da abordagem comportamental que irá servir de tema principal para o próximo jogo que acontecerá na próxima segunda-feira. Fizemos então uma tabela das influências que tivemos da década de 50 até os tempos mais atuais, essas influências foram: O rock influenciando várias nações com a sua música e um estilo musical que contagiou muitos jovem naquela época. O movimento Hippie que surgiu nos anos 60 nos estados unidos e no Brasil ganhou força nos anos 60, um das frases associadas a este movimento foi a “paz e amor" que precedeu a expressão "ban the bomb" ("proíbam a bomba"), a qual criticava o uso de armas nucleares. As questões ambientais, a prática de nudismo e a emancipação sexual eram ideias respeitadas recorrentemente por estas comunidades. A guerra fria entre Capitalismo x Socialismo e as Olimpíadas de Moscou 1980, onde os Estados Unidos não participaram e as Olimpíadas de 1984 em Los Angeles onde a União soviética não participou. Movimento estudantil, Politica x militarismo e a era da tecnologia entre outros assuntos discutidos entre a turma. Mas segunda-feira vem aí para ver jogo 5 entre : Equipe “T-LEADERS” versus Equipe “CAMALEÃO” com a Tarefa: “Leadership Fashion Week”, vamos ver quem se dá melhor nessa disputa.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

5...4...3...2...1... Agora é Agora! Aula (06/01/2013)

Volta às aulas, ano novo, vida nova e o Jogo da Liderança cada vez mais emocionante... Depois de um empate nas primeiras rodadas, agora temos o grupo Lideralizando a frente na classificação, com uma diferença de pontos muita pequena em relação aos demais grupos, então se preparem... Pois os próximos jogos prometem fortes emoções e esse jogo pode virar! Finalizada a Abordagem dos Traços, estamos iniciando o estudo de uma nova abordagem: "A Abordagem Comportamental" que irá servir de tema principal para o próximo jogo que acontecerá na próxima segunda-feira entre as equipes: T-Leaders x Camaleões. A ideia que fundamenta esta linha de pesquisa é a seguinte pergunta: “Existe algo único ou universal na forma como os líderes se comportam?” É interessante notar que esta linha de pesquisa ia praticamente em direção oposta à linha de pesquisa de traços. Explicando melhor: Se a pesquisa de traços tivesse obtido o sucesso e conseguisse explicar a questão da liderança, então o trabalho que teríamos para identificar um líder estaria em identificar nas pessoas determinadas características. Isso significaria que o líder nasce com um dom e que não é possível aprender a ser líder. Por outro lado, se a pesquisa comportamento tivesse sucesso em explicar o conceito de liderança através do comportamento dos líderes, teríamos a possibilidade de ensinar as pessoas a serem líderes. O comportamento do líder contribui para o sucesso ou insucesso da liderança. De acordo com esta abordagem, existem duas categorias de comportamento: orientação para a tarefa e orientação para as pessoas, que podem existir em alto grau e em baixo grau, definindo assim quatro comportamentos dos líderes.
O líder com alto grau de envolvimento com as tarefas e baixo grau de envolvimento com as pessoas é o líder Autocrático. Este está puramente preocupado com a eficiência e eficácia na realização das tarefas. O líder com alto grau de envolvimento com as pessoas e baixo grau de envolvimento com as tarefas é o líder Democrático. Este tipo de líder possui uma maior preocupação com as relações interpessoais. O líder com baixo grau de envolvimento tanto nas tarefas como nas pessoas é o líder liberal. Este líder permite que os liderados trabalhem com maior autonomia. O líder com alto grau de envolvimento nas tarefas e nas pessoas é o líder ideal. Esse é para a Teoria Comportamental: "Esse cara sou eu" de Roberto Carlos. Sempre é bom lembrar que ninguém é líder, e sim está líder. A situação é que vai definir, assunto para as próximas aulas. Fiquem ligados!!! Dia 13/01/14 no Auditório Novo do Centro Acadêmico do Agreste, às 20h30min. Quem vencerá esse desafio???

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Grupo Formiga x T-Leaders 16/12/2013

O professor chamou os líderes das tarefas fora da sala. Nos deu um papel cada um com 8 tarefas. Eu (Valdiael) tinha que escolher 5 tarefas para o outro fazer... Só que quando escolhemos, ele não trocou, disse que teríamos que fazer as tarefas que escolhemos... E vice-versa... Enfim, nossas tarefas foram: 1 Ensinar um passo de dança; 2 Malabarismo com 3 bolinhas de papel 3 Mágica 4 Versos de Repente com tema escolhido pelos julgadores 5 Declaração de amor ao lixo O do T-Leaders foi o mesmo, com a diferença que não teve a do lixo, e sim CANTAR UMA MÚSICA. Escolhemos entre nós quem faria cada coisa... Passo de Dança - Renato Malabarismo - Rafael Mágica - Valdiael Versos de Repente - Daiany Declaração ao Lixo - Renato Após as apresentações eu ( Valdiael ) defendi meu grupo. Quando foi pra encerrar... Luiz nos deu 1 minuto pra vender a apresentação: "Faça de conta que você gravou sua apresentação em um DVD, e agora você terá que vender em 1 minuto. No fim, o Professor Luiz guardou as notas num envelope, inclusive a dele, e só vai mostrar quarta-feira.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Nossa batalha

Postagem de aula do dia 09/12/2013

Na ultima aula vivenciamos a batalha Formiga X Camaleões

Expomos nosso trabalho de campanha em prol da UDERVA (União em Defesa e Respeito à Vida Animal). Essa ONG recolhe animais de rua e fazem os devidos tratamentos veterinários para recuperação do animal e posterior adoção  pela comunidade.

Em nossa campanha nos baseamos em teorias vistas em sala de aula. As pessoa poderiam contribuir de diversas formas, todas apresentadas por nossa equipe. A forma que mais gerou resultados foi a venda de canetas personalizadas com slogan de nossa campanha (eles também merecem um feliz natal) e as logomarcas da nossa equipe a da UDERVA.

No debate pudemos perceber alguns pontos que poderiam ser melhorados na hora de nossa apresentação para os "investidores". Posso dizer que a prova foi bastante construtiva para nossa equipe, nos empenhamos bastante e aprendemos diversas coisas, dentre as quais deixar a timidez de lado e aprender a lidar com pessoas que não conhecemos.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

O que podemos aprender com os erros de Eike Batista?

Eike Batista, está prestes a perder todo seu patrimônio. Isso porque desconsiderou princípios básicos de administração e vendas.

O que podemos aprender com os erros de Eike Batista?
“Você construiu seus castelos no ar? Ótimo. É exatamente onde devem estar construídos. Mas agora mãos à obra e construa alicerces sob eles.” — Henry David Thoreau

Eike Batista o ex-empresário mais poderoso do Brasil, cometeu um dos erros mais básicos em vendas. “Não entregar aquilo que vendeu”. Ele fez muitas promessas para chamar à atenção de potenciais investidores. Até aí, tudo bem. Numa apresentação de vendas, precisamos ser convincentes a fim de conquistar e concretizar algum negócio. E isso ele conseguiu. Sua empresa, a OGX, obteve cifras bilionárias para começar a funcionar.

O problema do empresário E. Batista foi ter convencido os investidores sobre algo que ele mesmo não tinha nenhuma certeza, que a Petroleira OGX teria capacidade de produzir os 50.000 barris. A “credibilidade” dele começa a desmoronar quando a empresa patina diante dos obstáculos e não consegue extrair e entregar aquilo que havia acordado com seus investidores.  O mercado e investidores desconfiam da capacidade da empresa, e em pouco tempo a bolha estoura. Eike Batista não tem como honrar com sua palavra. A confiança que havia sido estabelecida desaparece. O resto cai como um baralho ou um jogo de dominós.

O que podemos aprender de tudo isso?
Que a falência pode bater à porta de qualquer empresa, mesmo as consideradas imbatíveis.
Não podemos prometer aquilo que não conseguiremos cumprir.
Quem fala de mais – erra de mais.
É preciso respeitar as regras estabelecidas.
Reconquistar a credibilidade pode ser uma tarefa longa e árdua.
Ser arrojado - mas sempre com os pés no chão.
Vendas é uma questão de resultados. Não importa o que você já fez. Não interessa o que fará no futuro. A única coisa que interessa é “o que você está fazendo agora”.

É claro que no caso do Eike Batista, sua derrocada, ainda o deixará com alguns bilhões de reais. Ele continuará muito bem de vida. A única coisa que quebrou de fato foi a sua “crista”. O ego do empresário sairá ferido. Não podemos nos esquecer das centenas de postos de trabalho que serão cortados.
No entanto, para a grande maioria, quando a falência bate a porta, deixa as pessoas com o “pires na mão”. Se você é empresário e está lendo esse artigo, as advertências que foram levantadas aqui podem ajudá-lo a não cometer os mesmos erros. É sempre melhor aprender com os erros dos outros.

Autor: Fernando Fernandes
Fonte: Programa Cases

domingo, 8 de dezembro de 2013

Quais características um líder deve ter ?

         Quais são os traços ideais para a formação de uma liderança, traços esses que estão sendo estudado há mais de um século, um exemplo desse estudo é a eugenia de Charles Darwin, que defendia o melhoramento das raças exposto em sala de aula pelo o professor Luiz Sebastião.
         No Brasil um dos pioneiros a defender a eugenia foi grande escritor brasileiro Monteiro Lobato, para o autor, o princípio da eficiência “resolverá todos os problemas materiais dos americanos, como o eugenismo resolverá todos os problemas morais”.
         A abordagem da liderança característica incorpora a ideia de que os líderes são pessoas excepcionais que possuem uma combinação de características valiosas. Duas opções importantes para a liderança incluem o traço ou abordagem situacional. A abordagem de liderança de traços é algo mais espontâneo, enquanto a abordagem situacional é adaptada ao ambiente, ou seja, vai de acordo com a situação que o ambiente necessita, vejamos abaixo mais características de ambas as lideranças.
         Liderança dos traços enfoca o líder e os traços que ele exibe. Certos tipos de características fazem os lideres mais eficaz. Alguns outros exemplos de características que fazem um líder eficaz incluem inteligência, autoconfiança, integridade, determinação, etc. Candidatos de liderança muitas vezes fazem teste de avaliação de personalidade para identificar seus traços. A desvantagem dessa liderança é devido ao grande número de pesquisas, traços incontáveis estão presentes. Com tantas características é difícil determinar quais características tornam o líder mais eficaz.
         Liderança situacional consiste em conceitos que são fáceis de entender e aplicar em uma ampla variedade de situações de trabalho. A abordagem do líder situacional também diz o líder exatamente o que fazer para o sucesso. No entanto, a educação, idade, experiência e sexo influenciam a preferencia de cada subordinado para certas formas de liderança, então há diversas formas de lideranças a serem estudadas em um único ambiente.
         “Um grande gestor que almeja respeito sadio diante dos seus subordinados, deve acima de tudo dar bons exemplos.”

                                                                    Lívio Cesário

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013


Chega de espera, a ansiedade acabou, começou a batalha, ou melhor, o tão esperado, JOGO DA LIDERANÇA! Se bem que já tinha iniciado, mas agora é pra valer, nervosismo, emoção, estratégia, resistência, esses entre outros fatores fazem parte dessa disputa e estão mais intensos dentro de cada participante. Equipes em constantes atividades, tentando se sobressair entre as demais. Conflitos, intrigas, discussões, amizades rompidas, até onde vamos chegar? O que vai acontecer? Qual o limite e o que esperar desse jogo a partir de agora?
            A cada semana um combate diferente, uma nova história, nova experiência, jogadores e julgadores, estamos dos dois lados da moeda, vale tudo para vencer?
            Na primeira atividade, a equipe “T-Leaders” enfrentou a equipe “Lideralizando”. As equipes apresentaram bons trabalhos e coube aos julgadores darem suas notas, mas, lembrando que a nota que prevalece é a do professor, a sua nota deu para a equipe “T-Leaders a vantagem perante a outra equipe em disputa, foi  60 para “T-Leaders” e 40 para a “Lideralizando”, foi apenas uma batalha e não a GUERRA que foi vencida, é isso aí, a expressão logo vai contagiar, se é que já não contagiou. Tem muito jogo pela frente, segunda-feira continua. O vencedor? Só depois do apito final. 

Boa sorte para todos.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Motivação (Teoria das Expectativas de Victor Vroom)

Motivação

Motivação Conteúdo (o que motiva ?) Hierarquia das Necessidades (Abraham Maslow).
Motivação Processo (como se dá o processo de motivação).                  

Teoria das Expectativas de Victor Vroom

            A teoria das Expectativas foi desenvolvida inicialmente pelo psicólogo Victor Vroom em 1964. Ele defende que o processo de motivação deve ser explicado em função dos objetivos e das opções de cada indivíduo e das expectativas de atingir esses mesmos objetivos, contrariamente às teorias das necessidades de Maslow e Herzberg, uma vez que estas não têm em consideração as diferenças individuais.
           
            Esta teoria fala  numa abordagem cognitiva, que considera que o comportamento e o desempenho são resultado de uma escolha consciente, sendo que geralmente o comportamento escolhido é o que se traduz no objetivo do indivíduo.
           
            Para Vroom, há três forças básicas que atuam dentro do indivíduo e que influenciam o seu nível de desempenho.

· Expectativa (Fins): probabilidade de uma determinada ação conduzir a um resultado desejado. Se um determinado esforço for exercido por um indivíduo que disponibilize de meios e competências para atingir o sucesso, o resultado será um desempenho bem sucedido (expectativa esforço-desempenho). Por outro lado, há que ter em consideração a expectativa de que, se um determinado esforço tiver sucesso será obtida uma recompensa (expectativa esforço-resultado).

· Instrumentalidade (Meios): percepção de que a obtenção de um resultado está associado a uma recompensa, podendo-se traduzir no grau em que um resultado facilita o acesso a outro resultado. Assim, uma recompensa de primeira ordem (por exemplo uma recompensa monetária) é relevante porque permite o alcance de um resultado de segunda ordem (por exemplo, um carro de luxo).

· Valência (Valor): valor ou peso que um indivíduo atribui às recompensas obtidas em consequência do seu desempenho. Neste contexto, é imposto que as recompensas tenham um valor real para o indivíduo que satisfaça as suas expectativas. As valências revestem-se de um aspecto subjetivo, uma vez que o sistema de recompensas vigente pode não assumir importância para um indivíduo e ser muito importante para outro.
           
            Deste modo, Vroom considera que a motivação é o produto do valor previsto atribuído a um objetivo pela probabilidade de o alcançar. Em termos de uma equação, esta definição pode ser traduzida da seguinte forma:

Motivação = f (expectativa X instrumentalidade X valência)

            O que significa que todos os termos têm que ser maiores do que zero, sendo que nenhum dos fatores pode estar ausente.